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Banco Santander Totta

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O que é SEPA?


Área onde as transferências internacionais são consideradas domésticas

 

 

 

 

 

 

 

 

  • O que são o IBAN e o BIC? O IBAN é o identificador de conta internacional e substituirá o actual NIB. O BIC é o código de identificação internacional do banco.
     
  • Qual o IBAN e o BIC da minha conta no Santander? O IBAN é constituído pelo NIB antecedido de "PT50" (exemplo: NIB 0018XXXXXXXXXXXXXXXXX -> IBAN: PT500018XXXXXXXXXXXXXXXXX), o BIC é igual para todos os clientes com conta no Santander: TOTAPTPL.
     
  • O BIC continua a ser obrigatório? As regras definem que a partir de Fevereiro de 2016, o BIC deixa de ser um dado obrigatório. Os bancos devem ser capazes de encaminhar as operações apenas com o IBAN.
     
  • Uma vez que o BIC deixa de ser obrigatório, e sabendo que já envio ficheiros XML, devo ter o cuidado de alterar os meus ficheiros e deixar de enviar esse dado? Não é obrigatório que os clientes que já migraram e que actualmente enviam o BIC fazerem alterações nos seus processos. No entanto, esse dado passará a ser ignorado uma vez que os Bancos passam a recorrer apenas ao IBAN para encaminharem as operações.
     
  • O que é a norma ISO 20022 XML? É uma linguagem que define um conjunto de regras para codificar documentos num formato de ficheiro definido ao nível internacional. Este formato foi adaptado a cada comunidade bancária, sendo que os elementos base são comuns a todos os países SEPA.
     
  • Posso continuar a fazer transferência de Salários com o código 08? Não. Deverá passar a indicar o código ISO que veio substituir este código interno (exp: SALA).
     
  • Qual a diferença nas datas-valor entre as Transferências actuais (TEI's) e as Transferências SEPA? Não existem diferenças, a data-valor é igual.
     
  • Posso cobrar por Débito Directo a um cliente fora de Portugal? Sim, dentro do espaço SEPA qualquer cobrança é tratada como uma cobrança doméstica.
     
  • Como posso activar uma Autorização de Débito Directo (ADC) em SEPA? Uma ADC apenas pode ser activada pelo Credor, deixando de ser possível ao devedor fazê-lo através das Caixas Automáticas. A informação da ADC será enviada no momento da primeira cobrança sendo que o tipo de cobrança, neste caso, deverá ser "FRST".
     
  • Quais são as medidas de protecção adicional para os devedores? O devedor pode estabelecer um montante máximo a ser debitado, uma data fim da ADC e/ou limitar a sua periodicidade (mensal, semestral, etc). Pode ainda criar listas positivas e negativas de credores.
     
  • As ADC's do sistema nacional são válidas em SEPA? Sim, mas apenas no serviço CORE. As ADC's do sistema nacional não podem migrar para o serviço B2B, cuja adesão é facultativa.
     
  • Como posso migrar uma ADC do sistema nacional para SEPA? Tem de preencher o campo com as 11 posições encostadas à esquerda. Nas autorizações com menos de 11 posições tem preencher zeros à esquerda até perfazer as 11 posições e enviar a primeira cobrança como "FRST".
     
  • O código de entidade credora da minha empresa muda? O novo código em SEPA incorpora o actual código de entidade credora, mas complementando-o com informação como o código do país, etc. (Exemplo: Entidade actual – 123456 => Entidade DD SEPA – PT12ZZZ123456).
     
  • A minha empresa ainda não faz o envio de lotes de Transferências a Crédito e Débitos Directos no formato XML. O Santander poderá continuar a converter os meus ficheiros? De acordo com o DL 141/2013, os Bancos podem fazer a conversão de ficheiros tradicionais para XML até 31 de Janeiro de 2016 sendo que, a partir dessa data, todos os envios de lotes de Transferências a Crédito e Débitos Directos têm de estar no formato XML. Ou seja, a partir de 31 de Janeiro de 2016, o banco poderá converter os ficheiros nos formatos antigos mas deve apresenta-los convertidos previamente ao cliente antes de os processar. Consulte a pestana “derrogação até Fev 2016” para conhecer os detalhes do serviço.
    Para apoio na adopção do formato XML, fale com o seu Gestor.